Ao preço de R$ 4.000 cada, novo dispositivo da CET pesa quase meio quilo e não multa
Anunciada oficialmente em 2005, a informatização do trabalho dos agentes de trânsito da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) em São Paulo nunca saiu do papel, literalmente. Apesar da promessa das autoridades paulistanas de que o serviço ganharia agilidade e segurança com a aquisição de palmtops, os marronzinhos continuam, seis anos depois, sendo obrigados a registrar, a caneta, as cerca de 6,9 milhões de infrações de trânsito anuais nos bloquinhos de anotação, segundo dados de 2010.
Os problemas na execução da promessa são antigos. O primeiro dispositivo adquirido pelo governo, em julho de 2005, foi alugado por meio de um contrato emergencial, ao preço total de R$ 5,1 milhões.
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